+ Isa Land: Amor em Capítulos. Parte I

Isa Land

"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta." (Chico Xavier)

A minha fotografia
Nome:
Localização: lisboa, Portugal

Uma mulher com muitas virtudes e alguns defeitos. Bem disposta por natureza... mas se me irritam muito... saiam debaixo. Vou aonde o coração me levar... Sou sportinguista... Enfim boa pessoa!!!

sábado, junho 10, 2006

Amor em Capítulos. Parte I



Vamos conversar sobre o amor em todos os seus expoentes. Para hoje reservei: Amar um homem/ mulher casado/a. Chocados? E porque não? Quem nunca errou que atire a primeira pedra, se é que se pode chamar isto de erro. Acontece. Lógicamente que não será por querer, porque logo, de antemão sabemos que vem problemas, muitas vezes sem solução, mas acontece frequentemente. Há duas hipotese: Ou se tenta esquecer, não avançando e fica por isso mesmo, sempre uma história inacabada; ou então segue o rumo que todos os amores seguem. Dão-se as mãos , escondem-se do resto do mundo e lutam contra pudores e falsos moralismos. É injusto para a terceira pessoa, que por vezes não sabe o que se passa? Claro que é! Mas se o marido/ mulher tem um caso sério (a designada/o amante) é porque o casamento não ia lá muito bem... E como não há coragem para enfrentar um divórcio, é chegada a hora de tentar ser feliz de outra maneira. Para os/as amantes fica a melhor parte, sem dúvida: as saídas fugídias, a caricia trocada a medo num centro comercial, o carinho e toques no escurinho de um cinema ou no carro, o parar num motel para fazer amor, uma prenda... O não ter a responsabilidade de uma casa, não ter que fazer comida, nem lavar roupa (isto no caso de ser mulher amante) Mas fica no final de cada encontro a sensação de vazio! Rumam a casa, mas estas bem separadas! Aí por muito que apeteça, nem um telefonema pode ser feito... Bate a solidão, o remorso, a vontade de desistir porque, afinal, estamos a deixar os nossos sonhos para trás... Alguma vez ele/ ela dará valor ás noites frias que passamos sózinhas/os numa cama enorme para dois, estando sempre um apenas? Dará valor a tudo o que abdicamos? De não ter filhos, por exemplo? A frustração de necessitarmos um carinho e não estar ninguém? E depois, no fim o que fica?Uma mão cheia de recordações, uma vida que não fez sentido! E depois pode-se dizer: Se soubesse o que sei hoje... Não estaria aqui só. Para mim este é um dos piores amores que se podem ter. É amor solidão! E esta mata! Mas amigo/a se você vive este tipo de amor assim, pode estar sempre a tempo de mudar, não? Cada um sabe de si! Beijos a todas/os.

Isabel

3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

O que mais magoa às vezes é saber que essa pessoa não arrisca uma nova vida a dois porque, por mais que se demonstre, ainda receia a veracidade dos sentimentos! Tem medo de deitar tudo ao ar e arriscar num amor que veio sem ser chamado... um amor que nunca magoou... Não vou escrever mais... não sei o que escrever mais... :(

sábado jun 10, 11:38:00 da manhã  
Blogger Alexandra said...

Não, não se pode chamar erro... Ninguém escolhe sofrer! Uma situação destas faz, concerteza, mossa... O que é o correcto? O que é que está errado? Amar? Deve ser complicado... Fico à espera dos próximos capitulos!!! lol

domingo jun 11, 12:45:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Para quando o 2º capitulo?

segunda jun 12, 08:54:00 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home